10 ANOS DE CLÍNICA

CORPOMETRIA

Medicina & Ciência de Excelência & Independência

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Quem somos?

A Corpometria é uma clínica firmada em Brasília há 10 anos que oferece amplo tratamento nas áreas de endocrinologia, metabolismo e nutrição. Nossos diagnósticos e tratamentos têm enfoque em todas as doenças endócrinas, incluindo sobrepeso e obesidade; pré-diabetes e diabetes; problemas de tireoide; problemas hormonais em geral; climatério e menopausa; baixa testosterona; problemas das glândulas adrenais, paratireoides e hipófise; e outras questões metabólicas.

 

Também avaliamos de forma minuciosa todas as enfermidades e disfunções cuja manifestação principal seja fadiga, cansaço ou Burnout; além de disfunções não ortopédicas relacionadas ao esporte.

 

A clínica oferece tratamento intensivo para obesidade, de forma abrangente, empática e inclusiva. Publicamos o primeiro protocolo com validação científica de tratamentos alternativos à cirurgia bariátrica e também com os melhores tratamentos aliados à cirurgia bariátrica, quando indicada.

Tratamento individualizado

Uma de nossas premissas é prevenir de forma ativa o aparecimento de doenças. Para isso, trabalhamos com abordagens e manejos abrangentes, cientificamente embasados, atualizados e pensados de forma individualizada.

 

A Corpometria acredita no cuidado personalizado do paciente. Nossa equipe estuda, se aprimora e se atualiza constantemente para continuar oferecendo o melhor em termos de diagnóstico, tratamento, resultado e segurança.

 

Além de tratamentos com tradicionais medicações de indústrias farmacêuticas, a equipe da Corpometria também trabalha com medicamentos manipulados e suplementos customizados, observando caso a caso. Nossos médicos acompanham de perto as novidades do mercado e trabalham com medicamentos com excelente perfil de segurança para novas doenças.

 

Reconhecemos que existem excelentes indústrias e farmácias, incluindo de manipulação. No entanto, a Corpometria não é parceira, tampouco está presa a empresas da indústria farmacêutica. 

 

Nossa excelência se deve, principalmente, ao tratamento individualizado, com base na ciência.

O que nós abordamos

O endocrinologista Flavio Cadegiani defende que a obesidade não é uma mera consequência de más escolhas alimentares e estilo de vida. O médico acredita que, por muito tempo, autoridades, organizações de saúde e a mídia culparam os pacientes pela própria obesidade, transmitindo ideias de que pessoas com obesidade seriam preguiçosas ou fracas por não resistir às tentações calóricas.

 

Devido à sua própria história e aos padrões familiares de obesidade, Cadegiani sempre acreditou que a obesidade era predominantemente genética. A genética por trás da doença, que agora está sendo cada vez mais desvendada, é responsável por até 70% dos quadros de obesidade.

 

Por conta da genética, algumas pessoas têm maior dificuldade para resistir a alimentos altamente calóricos. A química de prazer e recompensa é intensamente ativada no cérebro dessas pessoas ao comer um alimento, o que torna mais difícil parar de comer. Isso e outros diversos outros mecanismos que facilitam o ganho de gordura travam a perda de peso e induzem o reganho.

 

Uma doença real como a obesidade deve ser abordada de forma ampla, empática e sem preconceitos. Os pacientes devem assumir sua própria responsabilidade, claro, porém o ambiente químico no cérebro deve se tornar mais amigável em relação a alimentação. Para isso, caso seja necessário, o paciente contará com medicações para a perda de peso.

 

Reconhecer a obesidade como uma condição real é a melhor maneira de vencer a gordofobia/obesofobia, porque remove a culpa do indivíduo. Entender que os tratamentos para obesidade são demorados e podem sofrer recidivas (o que é natural e esperado) e que os pacientes não são culpados por sua obesidade muda nosso olhar para com as pessoas com obesidade.

 

Uma pesquisa do endocrinologista Flavio Cadegiani sobre condições relacionadas à fadiga resultou no artigo “Adrenal Fatigue Does Not Exist: A Systematic Review” – “Fadiga Adrenal Não Existe: Uma Revisão Sistemática”, em português –, publicado na revista científica BMC Endocrine Disorders, do grupo Nature, e se tornou uma referência mundial ao desmascarar a existência da pseudo-doença “Fadiga Adrenal”, conforme mencionado pelo The Washington Post, Yahoo, US News, Escola de Medicina de Harvard e outros veículos de comunicação.

 

Ele ressalta, contudo, que isso não significa que pessoas não sofram com fadiga. O sintoma é real, o sofrimento é real. E, muitas vezes, a comunidade médica ainda tem dificuldade de investigar e tratar pessoas com este quadro.

 

Em seus estudos, Cadegiani observou que diferentes doenças não relacionadas entre si, mas que tinham em comum a fadiga como queixa central, poderiam ter correlações entre si. O que o doutor em endocrinologia percebeu foi que as supostas alterações do cortisol, o principal hormônio das glândulas adrenais, não eram a causa da fadiga, e sim consequência de outras alterações, assim como a fadiga em si. Ou seja, tanto as alterações no cortisol como a fadiga são ambas consequências das mesmas causas. Essas condições incluem: fadiga crônica pós-quimioterapia (principalmente para câncer de mama), Síndrome da Fadiga Crônica, Síndrome de Burnout e Síndrome de Overtraining – esta última no caso de atletas.

A endocrinologia do exercício é uma área que ainda carece de descobertas. Até pouco tempo atrás, eram desconhecidas as mudanças hormonais que ficam por dias ou que mudam o padrão de liberação de hormônios em resposta a atividade física consistente, regular e de longo prazo. O que a ciência sabia sobre o assunto vinha de estudos feitos em grupos muito específicos de atletas, com dosagens quase randômicas ou empíricas de hormônios, sem padronização de uma metodologia de coleta.

 

No estudo do Dr. Flavio Cadegiani “Hormonal Aspects of Overtraining Syndrome: A Systematic Review” (“Aspectos Hormonais da Síndrome de Overtraining: Uma Revisão Sistemática”, em português), publicado na BMC Sports Science, Medicine and Rehabilitation, o médico aborda a falta de padronização dos métodos de pesquisa, dificultando os achados e comparações entre diferentes estudos.

 

A partir destas constatações, ele conduziu o estudo “Endocrine and Metabolic Responses on Overtraining Syndrome” (“Respostas Endócrinas e Metabólicas na Síndrome de Overtraining”, em português), que avaliou não somente atletas com Overtraining, mas também atletas saudáveis, comparando com pessoas sedentárias porém saudáveis da mesma idade e mesmas características.

 

  • Condicionamento hormonal em atletas

 

No estudo “Endocrine and Metabolic Responses on Overtraining Syndrome” (EROS), Flavio Cadegiani descobriu a existência de um novo mecanismo que ocorre em pessoas fisicamente ativas, denominado condicionamento hormonal. A pesquisa demonstrou que múltiplos eixos hormonais, como do GH e do cortisol, têm respostas otimizadas em atletas em resposta a estímulos, e não apenas o estímulo que vem do esforço físico. Tais achados podem finalmente explicar vários dos benefícios já conhecidos para a saúde observados com a atividade física regular.

 

Em conclusão, não só os sistemas cardiovascular e músculo-esquelético ficam condicionados com o treino, mas também o sistema endócrino, o que melhora o desempenho esportivo e reduz os múltiplos riscos de doenças.

 

  • Como os hábitos dos atletas podem influenciar o desempenho no esporte

 

No estudo EROS, Cadegiani também observou que bons hábitos alimentares e de sono podem melhorar direta ou indiretamente o desempenho esportivo. Para começar, uma maior ingestão de proteína foi capaz de melhorar a gordura corporal, os músculos e o nível de hidratação do corpo. Uma ingestão mais alta de carboidratos foi capaz de melhorar o desempenho esportivo, e surpreendentemente não se correlacionou diretamente com o ganho de gordura, exceto quando em excesso.

 

Por outro lado, a baixa ingestão de  carboidratos levou a um ganho paradoxal de gordura e perda de massa muscular. No entanto, atletas com pouca ingestão de carboidratos, mas que se permitiram “comer à vontade”, duas vezes por semana, conseguiram evitar essa resposta paradoxal e desenvolveram mais músculos e perderam gordura.

 

  • Síndrome de Overtraining: Renomeando uma das doenças mais comuns ligadas ao esporte

 

Juntamente com as respostas às lacunas na compreensão sobre a Síndrome de Overtraining, o estudo EROS também foi desenhado para entender potenciais diferenças entre atletas saudáveis e sedentários saudáveis, a fim de detectar possíveis processos adaptativos fisiológicos hormonais e metabólicos que os atletas apresentam e que não haviam sido descritos até então. A pesquisa foi capaz de responder a todas essas perguntas por ter comparando atletas com overtraining a atletas saudáveis e sedentários saudáveis, de forma simultânea. Além disso, ao abordar questões metodológicas na pesquisa hormonal, o estudo EROS permitiu a detecção de relação de causa e efeito, em vez de pura associação de fatos, o que ajudou a responder grandes questões sobre a síndrome.

 

No total, o estudo avaliou mais de 100 parâmetros em mais de 50 participantes, em três grupos. Foram revelados mais de 45 novos marcadores e mecanismos, não apenas no overtraining, mas também em atletas saudáveis. O estudo também permitiu criar os primeiros escores validados para o diagnóstico da Síndrome de Overtraining. Os resultados do EROS foram publicados em mais de 10 artigos revisados por pares indexados no PubMed (biblioteca do governo norte-americano de artigos publicados em revistas científicas).

 

  • Síndrome de Overtraining: A síndrome do descondicionamento paradoxal (PDS)

 

Uma vez que atletas com overtraining e atletas saudáveis estavam treinando exatamente na mesma frequência, intensidade, volume e tipo de treinamento, a prática excessiva claramente não era a principal causa da síndrome nos atletas afetados – por mais que o nome nos faça pensar que o excesso de treinamento é a maior causa dela.

 

Na verdade, o que leva os atletas ao overtraining é uma combinação de fatores, que incluem ingestão insuficiente de calorias, de carboidratos e/ou de proteínas, má qualidade do sono e demandas cognitivas excessivas (muito estresse no trabalho, demandas simultâneas etc.).

Após essas descobertas, Cadegiani propôs um novo modelo de compreensão das síndromes relacionadas ao baixo desempenho, cunhando o termo “Síndrome de Descondicionamento Paradoxal (Paradoxical Deconditioning Syndrome – PDS)”. O termo PDS é baseado na característica marcante que o Dr. Cadegiani identificou em atletas que tiveram perda de desempenho no esporte. A perda dos condicionamentos endócrino-metabólicos provoca uma piora no condicionamento físico. Para o médico, ambas são perdas paradoxais, porque quanto mais os atletas com overtraining se esforçam para melhorarem, mais eles pioram.

 

  • A descoberta de novos marcadores hormonais

 

O pesquisador também descobriu que as respostas hormonais imediatas a estímulos preveem a capacidade de explosão no treino, o que significa que quanto mais um atleta libera hormônio em resposta a um estímulo da forma mais rápida possível, mais provável será a capacidade de ter uma capacidade explosiva.

 

Por outro lado, a otimização da resposta a longo prazo ou prolongamento das respostas hormonais são capazes de predizer que o tempo até o atleta se cansar será maior, mostrando maior resistência. Isso significa que a capacidade de manter a liberação de hormônios por um período  mais prolongado provavelmente ajuda o atleta a manter o ritmo e a performance no esporte por períodos mais longos.

História

A Clínica Corpometria nasceu de um sonho do seu fundador e idealizador, o Dr. Flavio Cadegiani, em ter uma clínica verdadeiramente humanizada, voltada para o paciente, trazendo toda a empatia que o paciente merece para entender verdadeiramente o que cada um precisa para a melhora da qualidade de vida como um todo, sempre baseado na ciência e nas evidências científicas, de forma customizada para cada pessoa.

 

A Clínica, fundada em 2013, tinha somente o Dr. Flavio Cadegiani, e em menos de um ano a clínica dobrou de tamanho e em três anos triplicou de tamanho. Mas o objetivo era muito além de crescer.

 

Sempre acreditando ser possível praticar a melhor Endocrinologia e Medicina possíveis, a Corpometria tornou-se e se consolidou como referência nacional e internacional na área.

 

Os mais de 10 anos de História só foram possíveis porque sempre mantivemos nossos objetivos. Focada no que existe de mais atual a partir de uma análise científica e aprofundada das novas evidências científicas, a Corpometria, que sempre trabalhou no conceito de ‘patient-centered medicine’ (medicina centrada no paciente), promove o equilíbrio nas decisões médicas sobre os mais diversos tipos de terapia de forma extremamente ética e transparente. Acreditamos verdadeiramente que isso é o que nos faz cada dia maiores. E nossos pacientes são quem nos fazem cada dia melhores. 

 

E que venham mais 10 anos. Ou 20. Ou 30.

Valores & Missões & Visão

Nossos Valores, Missões e Visão vão muito além de textos. São o verdadeiro guia para a Clínica Corpometria. E são, na verdade, nada mais que o reflexo do que fazemos.

Valores

Nós queremos ajudar a construir uma medicina mais empática, humanizada, equilibrada e focada nas pessoas. Fazemos isso desde o início e somos incessantes na nossa busca.

 

Queremos contribuir para uma Medicina, uma Endocrinologia e uma Nutrição melhores. Sabemos que temos esse potencial. Por isso nossas contribuições vão muito além dos nossos atendimentos e serviços.

 

Nós acreditamos que tudo isso é possível, com serenidade, sabedoria e com muito amor ao que fazemos.

Missões

Acreditamos que temos múltiplas Missões. Por isso, Missões, não uma única Missão.

 

Não existimos à toa.

 

Nossa Missão Fundamental é ajudar as pessoas a terem vidas melhores.

 

Nossas Missões são de buscar oferecer o que há de melhor, mais atualizado, mais seguro e mais individualizado para cada pessoa atendida. De oferecer uma Medicina e Nutrição de Vanguarda e ao mesmo tempo sempre embasada na Ciência. De tratar cada pessoa da melhor forma que podemos. De prevenir da forma mais efetiva possível. De diagnosticar e tratar, quando necessário, com as melhores técnicas e ferramentas existentes. De trazer a humanização em cada atendimento. Nossas Missões

Visão

Nós queremos ajudar a construir uma medicina mais empática, humanizada, equilibrada e focada nas pessoas. Fazemos isso desde o início e somos incessantes na nossa busca.

 

Queremos contribuir para uma Medicina, uma Endocrinologia e uma Nutrição melhores. Sabemos que temos esse potencial. Por isso nossas contribuições vão muito além dos nossos atendimentos e serviços.

 

Nós acreditamos que tudo isso é possível, com serenidade, sabedoria e com muito amor ao que fazemos.

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Clínico Advance, Salas 260/262/264.

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